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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Um dia...

Um dia...
Um dia vou ser uma pessoa melhor.
Um dia vou ser mais forte.
Um dia não vou desistir ao primeiro obstáculo.
Um dia vou vencer o que me derruba.
Um dia vou ser mais paciente.
Um dia à luta.
Um dia... Sempre um dia e Hoje?
 Hoje dei por mim a pensar em tudo isto. Tudo na minha vida é pensado para amanhã, para um dia. Amanhã será diferente. Amanhã lutarei. Mas o amanhã passa. E eu fico na mesma. E o dia passa. E outro, e outro...E eu sempre acomodado.

Hoje tenho a certeza que está na altura de mudar. Já deveria ter sido ontem. Mas amanhã como será? Será mais um dia?
Não sei o que pensar. Esta noite sinto-me confuso. Moram na minha mente um turbilhão de ideias, um misto de sensações. Mas, infelizmente amanhã será tudo igual. Será mais um dia. Mas quero que seja diferente. Quero que seja O dia. Aquele que em que mudo alguma coisa. Em algo na minha vida seja perene e duradouro. Mas só amanhã o saberei. Até lá será mais um dia.
Mais um dia em que ando confuso.
Mais um dia em que as forças falham.
Mais um dia em que apetece deixar tudo e fugir para longe.
Será apenas mais um dia..
Mas um dia...um dia tudo mudará.

domingo, 24 de março de 2013

A semana Maior

A correr foi como passou esta Quaresma. Ainda à tão pouco tempo celebramos o nascimento e hoje já estamos a celebrar a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. Tenho que partilhar que senti que este ano o tempo quaresmal passou mesmo a voar. Não é que não sentisse o espírito a que este tempo convida, mas sinto que não vivi como devia ter vivido, não dei grande parte de mim como devia ter feito.
Como já escrevi aqui, nos últimos dia tenho sentido  verdadeiramente o Amor de Jesus. Tenho a certeza que Ele está sempre ao meu lado.  Tenho tudo para estar no caminho certo, mas agora, um erro do passado teima em perseguir-me e assaltar a menta muitas vezes ao longo do dia e da noite. Confio verdadeiramente no Senhor, que Ele vai ajuda a superar este erro, mas o receio permanece. Custa-me viver com este deslize, não me sinto bem. No coração sinto um aperto, sinto a dor. A dor do pecado. Da fragilidade. Custa-me estar a viver com isto, mas tenho a certeza que com a ajuda do Senhor irei conseguir ultrapassar mais esta barreira. 
«Humilhou-Se a Si próprio;
por isso Deus O exaltou»
Mas voltando à Quaresma, que este ano voou, sinto que a vivi de forma diferente. Não tão intensa como pensei inicialmente, mas profunda. Muito ficou para fazer, para dizer, para viver. A quaresma passou. A Semana maior chegou. Ainda tenho muito para viver, para descobrir, para conhecer e para sentir. Nesta semana não quero saber de relógios, vou tentar andar o mais livre de compromissos possível. Quero viver verdadeiramente esta Semana Santa. Participar em todas as celebrações do Tríduo. Dedicar grande parte dos meus dias à oração e a Jesus. Quero viver intensamente e com o coração a semana maior. Quero sentir no meu íntimo as celebrações dos mistérios da Salvação. Quero o meu coração aberto para a escuta daquilo que Deus me tem para dizer.
 Que nestes dias de Semana Santa viva verdadeiramente com o coração. Quero reconhecer a minha condição de pecador no lava-pés, sentir a Eucaristia como centro da minha vida, sentir que foi Mim que Ele se entregou na Cruz, sentir que Ele ressuscitou, está vivo e nunca me abandona. 

quinta-feira, 7 de março de 2013

A Resposta

Um destas noites em que tinha algumas preocupações que se prendiam com o dia seguinte, decidi pegar na Bíblia e ler algumas passagens. Penso que o primeiro pensamento foi para ver se me dava sono, mas depois julgo que foi à procura de respostas que me acalmassem. Comecei em Mateus 1.
Depois de algumas páginas lidas, cheguei ao capítulo 6. Foi precisamente aí que encontrei a resposta ao que necessitava. A certa altura, Jesus fala da confiança que devemos ter na providência divina. A partir do versículo 25 Jesus faz-nos o convite de nos entregarmos com total confiança ao Pai Celeste, confiança esta que deve exprimir-se e alimentar-se na oração quotidiana. Em primeiro lugar aprendi que não me devo inquietar com a minha vida, nem com o que comer ou vestir. Mas porque me preocupo com o que comer ou beber? Jesus responde magnificamente: « Olhai as aves do céu: não semeiam, nem ceifam, nem recolhem em celeiros e o vosso Pai Celeste alimenta-as. Não valeis vós mais do que elas?» (Mt 6, 26) Mas porque me preocupar com o que vestir?  «Olhai como crescem os Lírios do campo: não trabalham nem fiam (...) se Deus veste assim a erva do campo (...) como não fará mais por vós?» (Mt 6, 28.30). Muitos me fizeram pensam estas interrogações retóricas de Jesus.
«Trazia-o nos meus braços, segurava-o com laços de Amor»
Mas foi uns versículos mais à frente que encontrei a "fórmula" para uma noite descansada:  «Não vos preocupeis, portanto com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã já terá as suas preocupações. Basta a cada dia o seu problema». (Mt 6, 34)Não me lembro de alguma vez ter escutado tal Palavra, mas sem dúvida que aprendi uma grande lição naquela que se previa uma noite de insónia. Depois de ler e meditar nesta palavra dormi tranquilamente, porque tive a certeza que as inquietações não me levariam a lado nenhum, e Jesus iria fazer o melhor por mim, como acabou por fazer no dia seguinte. 
Esta vivência foi mais um "empurrão" para a minha conversão. Mais um passo nesta caminha quaresmal. Mais uma prova do amor que Jesus me tem. Mais uma peça no "puzzle" da minha Fé. Mais uma forma de cessar as minha dúvida e sentir a alegria que é ser filho de Deus. Experimentei novamente a presença terna do Senhor, senti que Ele me trazia nos braços, cuidava de mim, segurava-me com laços humanos, com laços de amor. (Os 11,3-4).  Foi nesta noite também que percebi que Ele tem sempre a resposta.

terça-feira, 5 de março de 2013

O Homem velho

Ao longo destes dias tenho andado muito pensativo com algumas coisas que me andam a acontecer. Ou melhor, que Deus faz com que aconteça. Tenho conseguido rezar mais, estar mais atento a Jesus, visitá-lo mais vezes. São coisas boas. Ajudam-me a estar mais perto D´le. A entregar a minha vida, cada momento, cada pessoa a Jesus. Mas esta situação tem-me deixado numa maior introspecção. Mas porquê? Porque já vivi estes momentos antes. A força veio, a coragem não faltou, mas volvidos alguns dias caí. Caí como Jesus cai durante a sua via-sacra. Caio e volto a cair. Tropeço e volto a tropeçar. Levanto-me. Tenho ânimo, firmeza, mas depois tudo volta. Beijo de novo o chão. Chego ao fundo do poço. Mas o ciclo recomeça. Uma e outra vez. E o que há diferente hoje?
O Homem Novo
Hoje sinto verdadeiramente o Amor de Jesus. Tenho a certeza que Ele está sempre ao meu lado. Tenho falado com Ele como falo com o amigo. Partilho cada problema da minha vida. Cada alegria que vivo. Cada pessoa que me cruzo. Consigo experenciar como é belo ser cristão. Como é bom ter Deus como Pai. Como é importante a oração. Este é o caminho que leva a uma maior intensidade. Tenho que continuar a alimentar esta sede. Ao orar consigo estabelecer uma ótima relação com Jesus.
Será só destes dias? Espero que não. Quero que assim não seja. Gosto de estar assim, de me sentir amado. De sentir o bom amigo que é Jesus. Que não seja uma situação de dias. Que esta força tenha vindo para ficar. Que o homem novo habite em mim e consiga vencer o homem velho que impera.


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Renúncia de Bento XVI

Bento XVI
Papa de 19-04-05 a 28-02-13
Decidi que hoje iria pela primeira vez escrever sobre a renúncia do Santo Padre. Foi no passado dia 11 que Bento XVI anunciou que a partir de 28 de Fevereiro a Igreja Católica entra em "Sé vacante".  Foi com muito espanto que recebi a notícia. Não estava nada à espera que acontecesse. Claro que o espanto daquela manhã de soalheira de Segunda, rapidamente deu lugar à consciencialização e a tomada da realidade. Sim, depressa entendi o gesto  tão humilde de Joseph Ratzinger. Claro que como tudo, houve diversas opiniões, uns concordaram, outros não atenderam. Durante todo o dia,  na televisão, nos jornais, nas redes sociais este foi o tema central. Depressa surgiram os comentadores especializados (outros nem tanto) ,  padres e bispos não tiveram descanso, e, todos foram comentadores por um dia. 
Nesse mesmo dia, em conversa com um amigo ele dizia que o que o "Papa queria era protagonismo, sair pela porta grande, como não conseguiu cativar,não consegiu ser como João Paulo II,  e, assim seria sempre recordado, queria ser um marco na história da Igreja". Ouvi, meditei, fiquei calado, sem resposta. Fez-se silêncio. Apesar do silêncio entre nós, no meu interior pensava em tudo o que ele me tinha dito, e, em tudo o que foram os 8 anos de Pontificado do Papa alemão.
Em primeiro lugar, não se pode comparar dois papas. Sem dúvida que João Paulo II foi um papa carismático, lidava bem com as multidões, o papa das viagens. Eleito com 58 anos, teve um papado de 28 anos. Teve muito tempo para viajar, para se dar a conhecer ao mundo. Comunicador nato, comoveu católicos e outros. Mas não é possível uma comparação, cada pessoa é diferente. 
Quando foi eleito Ratzinger, o cardeal alemão de 78 anos, quando se apresentou na varanda do Vaticano disse: «os senhores cardeais elegeram a mim, um simples humilde trabalhador na vinha do Senhor. Consola-me o facto de que o Senhor sabe trabalhar e actuar com instrumentos insuficientes e, sobretudo, confio nas vossas orações». Foi assim, que Bento XVI se apresentou à Igreja Universal. Simples e humilde, características que sempre pudemos ver. Sábio, inteligente, teólogo por excelência, estudioso por opção, um ser humano excepcional, atento aos que sofrem, cativou jovens e e menos jovens, as multidões esperavam-no sempre. Trouxe muito á Igreja. Ensinou-nos muito. Chamou à atenção pelo carisma, pela palavra, pelo amor que demonstrava viver. Abordou todos os escândalos, esclareceu, pediu desculpa. 
Se fosse verdade o que me afirmou o meu amigo e alguns que são da mesma opinião, que Bento XVI vivia agarrado ao poder, que queria sair pela porta grande, que queria protagonismo não tinha feito um ato tão nobre, tão humilde. Se queria protagonismo não tinha deixado para o seu sucessor o encerramento do Ano da Fé, as Jornadas Mundiais da Juventude no Rio de Janeiro em que se são esperados 90 mil jovens. 
Bento XVI deixa o cadeira de São Pedro,  porque sente que chegou « à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idóneas para exercer adequadamente o ministério petrino». Parte para se recolher e rezar. Sai como entrou. «Simples trabalhador da vinha do Senhor». Um homem simples, que nunca ansiou ser o que é.




terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

O pecado espreita

Durante o dia de hoje tive a noção que o "demónio" está constantemente a tentar-me como fez com Jesus como escutámos no Evangelho do passado Domingo. Eu já sabia que era constantemente tentado e, por muitas vezes, acabo mesmo por ceder. Mas hoje, talvez por estarmos na Quaresma, estou mais atento ao que faço, ou ao que penso. Sim, também é no pensamento que ele actua. Mas não só. Também na falta de oração. Muitas são as coisas que me afastam da oração. Preguiça, distracção,  cansaço, falta de vontade são exemplos do que me afasta da oração. Tento ser forte, mas não o suficiente. Deixo-me vencer por tudo isto. E o resultado é o afastamento de Jesus.
O pecado espreita
Hoje, senti-me tentado em tantas coisas, numas fui forte, noutras nem tanto. Mas deu para ter a noção que o pecado espreita em todas as esquinas da vida. Consegui reflectir o quanto é difícil ser cristão  as dificuldades que acarreta querer ser discípulo de Jesus, a dificuldade de vencer as barreiras e as tentações que o "diabo" coloca na minha vida. Agora que estou mais atento, sei onde estou mais frágil, sei onde preciso que o Senhor me ajude. Sei onde me deixo levar, onde tropeço e caio nas redes do mal. 
Quero dizer que hoje consegui, foi difícil, mas superei com a ajuda de Jesus Cristo. Mas tenho que continuar a caminhar, não desistir. Tenho que continuar a lutar. Tenho que vencer tudo o que me rodeia que me afasta da oração,e, por consequência, da presença daquele que se entregou por nós. As tentações estão em cada dia, em cada hora, o mal espreita-nos e quer derrubar-nos como outrora também tentou com Jesus no deserto. Senhor que o Teu Santo espírito venha sobre mim e não me deixe cair na tentação e no pecado.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O verdadeiro Jejum

O verdadeiro Jejum: Estar próximo dos Outros
Enquanto passava os olhos  pela liturgia desta Sexta-Feira deparei-me com  uma leitura do Livro de Isaías que não tinha escutado e que me deixou estarrecido. Lá estava grande parte da minha vida, do meu quotidiano, das  minhas vivências. O profeta cita «o Senhor Deus» que disse «faz ver ao meu povo as suas faltas e à casa de Jacob os seus pecados». Lembra-te dos teus pecados, das tuas faltas que de Mim te afastam e não te deixam viver plenamente, pensava eu no meu íntimo. 
De seguida é que aparece o que me saltou logo à vista: «Todos os dias Me procuram e desejam conhecer os meus caminhos (...) querem que Deus esteja perto de si e exclamam: ‘De que nos serve jejuar, se não Vos importais com isso? De que nos serve fazer penitência, se não prestais atenção?’» (Is 58,2). É tudo o que eu penso tantos dias, tantas horas. Naqueles minutos em que tudo parece não ter sentido, em que não encontro a Luz, em que a fé esmorece. Mas logo de seguida o Senhor Deus responde: «Porque nos dias de jejum correis para os vossos negócios e oprimis todos os vossos servos. Jejuais, sim, mas no meio de contendas e discussões e dando punhadas sem piedade. Não são jejuns como os que fazeis agora que farão ouvir no alto a vossa voz. Será este o jejum que Me agrada no dia em que o homem se mortifica?»(Is 58,3). Mais uma verdade que eu vejo na minha vida, tanta vez que eu apenas me preocupo comigo, sou totalmente egoísta  coloco-me à frente dos outros acabando por os oprimir. Tantas vezes que eu sou tão pecador. E como disse no texto anterior, infelizmente os jejuns e abstinências quaresmais passam na minha vida tanta vez como mera tradição, o verdadeiro sentido não vai para além de uma posta de peixe. Estes não são os jejuns e penitências que agradam ao Senhor. 
«O jejum que Me agrada não será antes este: quebrar as cadeias injustas, desatar os laços da servidão, pôr em liberdade os oprimidos, destruir todos os jugos, (...) repartir o teu pão com o faminto, dar pousada aos pobres sem abrigo, levar roupa aos que não têm que vestir e não voltar as costas ao teu semelhante? (...) (Is 58, 6) Aqui a mensagem é bem explícita. O que agrada ao Senhor é a missão de cada cristão. Estar junto dos que sofrem, desprender-me de mim e dar-me aos outros, Amar verdadeiramente cada um daqueles que me rodeiam, dar uma palavra de esperança, ajudar os que mais precisam, deixar o meu egocentrismo e entregar-me a Deus e a cada irmão. Este é o jejum, a penitência que o Senhor quer que eu faça. E, se conseguir fazer isto ao chamar «o Senhor responderá; se O invocar, dir-te-á: ‘Estou aqui’» (Is 58, 10). É um caminho difícil, mas Deus não me pede que seja perfeito, pede-me que sirva como souber. Que durante esta Quaresma tenha a capacidade de perceber o verdadeiro sentido de jejuar, da penitência que o Senhor quer que eu faça. Através da oração irei conseguir superar o afastamento, a falta de fé que por vezes surge na minha vida. Ajuda-me Senhor a caminhar neste tempo para o Teu encontro. 

Deixo aqui a passagem para poderdes consultar na íntegra: Is 58, 1-10

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Preparação da Quaresma

Sem dar conta já estamos de novo na Quaresma. De alguns dias para cá que tenho andado a pensar no tempo que se inicia amanhã. Penitências, jejuns, abstinências, renúncias, orações...São todos os meus planos. Planos estes que irei tentar cumprir. Certo é que todos os anos estas palavras entram comigo na Igreja em Quarta-Feira de Cinzas. Este ano não vai ser diferente. Vou esforçar-me para viver plenamente o tempo quaresmal. Mas o grande obetivo da Quaresma será o encontro com Jesus. O ano passado vivi e senti realmente o que é a Quaresma, o que me ajudou a viver e a entender a ressurreição. Espero que este ano se passo o mesmo, aliás, que seja melhor. Espero que seja um verdadeiro tempo de deserto, de reconciliação, de oração, de encontro com Jesus. Quero conseguir viver plenamente este tempo. Quero que este tempo se transforme em bagagem para o resto do ano e para toda a minha vida.
A propósito do que escrevi e pensei, lembrei-me que hoje quando escutava o Evangelho revi-me no que Jesus disse:  «Bem profetizou Isaías a respeito de vós, hipócritas, como está escrito: ‘Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim. É vão o culto que Me prestam, e as doutrinas que ensinam não passam de preceitos humanos’».(Mc 7, 6-7).
Ajuda-me Senhor a viver este tempo, que deixe nascer o homem novo.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

«Alegrai-Vos sempre no Senhor»

«Alegrai-vos sempre no Senhor. Novamente vos digo: alegrai-vos» (Fil 4, 4). Foi com este versículo que se iniciava a 2ª Leitura do III Domingo do Advento. Quando a estava a escutar esta passagem comecei a pensar que "chapada" de luva branca que o Senhor te está a dar, que chamada de atenção que Ele te está a fazer. Mas porquê é que andas triste, preocupado, cabisbaixo, desiludido, sem vontade de viver? Tu, que acreditas, tu que vives, tu que partilhas, tu que sentes o Amor de Deus, como podes andar triste? Tu conheces o Salavdor do  Mundo, só Ele basta para andares feliz. 
Isto faz-me pensar que afinal não sou assim tão crente. A minha fé está abalada, porque se realmente acreditasse e sentisse o Senhor sentia a alegria como uma consequência da fé. Porque mesmo nos momentos mais difíceis, mesmo quando as forças falha a alegria de ser cristão nunca esmorece. Eu vejo conterrâneos meus, que nunca perdem o sorriso, vê-se na cara deles que podem estar a atravessar a pior fase da vida mas nunca perdem a alegria, pois sentem que Ele nunca os abandona. Eles transmitem a verdadeira alegria da fé ao Mundo. 
E eu? Onde está a minha alegria? Em certos momentos da vida...Prazeres passageiros, coisas mundanas, objectos fúteis, pessoas que não interessam. Aqui está a minha alegria? Sim, infelizmente admito que sim. Como me alegro em coisas que se esgotam rapidamente a minha fé sai abalada e com tudo isto esqueço-me de quem realmente importa, Jesus.
Que eu tenha força, coragem e que no meu íntimo tenha a vontade de me alegrar no Deus Menino.  

domingo, 9 de setembro de 2012

Voltas trocadas

      Hoje decidi mudar de ares e ir até à missa a outra Igreja que não a da minha Paróquia. Pensei em ir até a uma Igreja onde normalmente o celebrante é uma sacerdote novo, com quem costumo falar com regularidade, simpático, com homilias sempre fortes e tocantes e como é um "padre porreiro" gosto de o ouvir. E lá vou eu feliz e contente. Quando se iniciava o cortejo de entrada reparei que o não era o meu "amigo" a presidir. Não vou mentir, fiquei desanimado... Mais alguns kilometros percorridos, alteração da rotina, para nada, pensei eu..."Oh Senhor trocaste-me as voltas...Vim até aqui para ouvir o meu amigo e afinal quem vai celebrar é um padre que nem conheço" dizia eu no meu íntimo para Jesus.
Uma grande lição que hoje tive. Obrigado Senhor.
      Mas a troca não foi apenas o início do trabalho realizado por Jesus. Quando começo a ouvir a Carta de São Tiago fez-me pensar em tudo o que tinha feito. «A fé em Nosso Senhor Jesus Cristo não deve admitir acepção de pessoas». começa a 2ª leitura deste Domingo. E eu pensei, grande lição que o Ele te está a dar. Vieste até aqui para ouvir um padre e afinal "calhou-te outro". Para quê? O Senhor é o mesmo, a Eucaristia é a mesma...Qualquer um deles fala em nome de Jesus, foi por isso que receberam o sacramento da ordem. Não devo ir ali ou aqui para ouvir este ou aquele, o Senhor é sempre o mesmo. 
      Hoje o Senhor ensinou-me muito. Recordou-me que o devo seguir a Ele e não a um sacerdote. Lembrou-me que em qualquer Igreja a partilha do pão é sempre a mesma, não depende do presidente. Chamou-me à atenção para não fazer acepção de pessoas, o amor deve ser igual para todos, tenho de amar todos de igual forma. Hoje levai uma grande " chapada" vindo do alto, mas é sinal que Ele está sempre presente. E, continua a chamar-me ao caminho recto, ao caminho de verdadeiro cristão.As voltas foram trocadas, mas foi uma grande lição que hoje tive. Obrigado Senhor porque hoje aprendi mais um facto importantíssimo, tenho que te seguir a Ti.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Pazes com Jesus

Passaram-se horas, dias, semanas, semanas sem dirigir uma palavra a Jesus, ou melhor, uma palavra digna que Ele merecesse ouvir. Preguiça, falta de fé, pouca vontade, dúvidas, zangas, poderão ser razões que até há poucos dias achava aceitáveis para estar tão distante de Jesus. A cada manhã nem uma palavra de agradecimento nem de oferecimento do dia. E a cada momento que colocava a cabeça na almofada a minha cabeça só se prendia em aspectos da vida quotidiana, pensamentos fúteis e vazios e nem pensava Nele. Os dias foram avançando e a certa altura o "amigo do alto" pregou-me uma "partida". Deu-me um abanão, um grande abanão. Há poucos dias foi colocado na minha vida mais um grande desafio para o qual eu não estava nada confiante. Pensava sempre que não iria conseguir atingir o grande objectivo, mas felizmente e só com  a mão amiga Dele é que tudo correu pelo melhor. Consegui o que queria,e, principalmente consegui perceber o sinal que Jesus me tinha enviado. Percebi que Ele me tinha dito "tu podes esquecer-te de Mim, mas eu nunca te abandono e nem precisas de pedir, porque sei quando necessitas de Mim". Esta partida fez-me pensar naquela passagem de São Mateus «o vosso Pai celeste sabe do que necessitais antes de vós lho pedirdes.» (Mt 6,8). E é mesmo verdade. Eu que até estava afastado Dele, sem lhe rezar Ele não me deixou desamparado quando mais precisei. 
Durante alguns dias andei a pensar em toda  esta situação e apercebi-me que sem Ele, sem a sua ajuda nada sou. Só com o amor que Ele me tem é que posso ser verdadeiramente feliz, só seguindo o seu caminho, continuando esta caminhada. Após uns dias a pensar foi até á Igreja onde tantas vezes vou ao encontro de Jesus no sacrário e fui fazer as pazes com ele. Ele nunca esteve chateado comigo, nunca me abandonou, caminhou sempre ao meu lado, eu é que fiz totalmente o oposto. Ajoelhei-me junto dele e pedi perdão. Pela ausência, pela frieza, pela falta de atenção...Agradeci a força que me deu para continuar, agradeci por nunca me abandonar. Estive largos minutos á conversa com Ele. 
Depois de forças restabelecidas, tudo voltou ao normal. Voltei à oração, ao encontro com Jesus escondido no sacrário, voltei ao que realmente importa, Ele. Hoje, através de uma amiga e de uma frase de Santa Teresa de Ávila Ele voltou a reforçar os laços comigo e a dizer que nada agora me pode abalar: «Nada te perturbe, só Deus basta». E nada é mesmo nada nem a presença de Deus nem a sua "ausência".

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Vergonha do Pecado

Mais uma vez pela manhã dirigi-me a uma Igreja para estar com Jesus. Queria falar com Ele. Tinha tanto para lhe contar. Os meus últimos dias atribulados, as angústias que me atormentavam, os "azares" de ultima hora, a viagem atribulada, os problemas no seio da família, os meus dias em que o pecado reinou... Tanta coisa para partilhar com o Meu Senhor. Tempo era coisa que não me falatava. E até fui esbanjado com sorte de ter a Igreja só para Mim. Apenas eu e Ele. Mas quando comecei a falar com Jesus, depressa as forças se desvaneceram. Percebi que não era digno de estar ali. Senti-me tão envergonhado por estar diante do Salvador e levar uma vida de pecado. Pela primeira vez na minha vida senti que não podia estar ali, que não era digno de ter um Pai, um protector como Ele.
Envergonhado devido ás minhas faltas fui embora. Abandonei-o. A vergonha falou mais alto e as forças falharam. A consciência pesou.Como posso estar eu ali se na minha vida reina a treva.  Quando saí do Templo pensei: Mas que fraco, que pobre, que pecador que és...Pedes perdão, mas voltas a cometer o mesmo erro. Vais ao sacramento da reconciliação e quando sais atiras a pedra ao teu irmão. Afinal que cristão queres ser? Que vida queres levar?
Perguntas que me assaltam a cada momento. Respostas que não encontro. Apenas tenho uma certeza: enquanto não mudar verdadeiramente de vida, enquanto não vencer o pecado, não me deixar levar pelos prazeres do mundo terei vergonha de estar diante de Ti Meu Senhor. Assim como hoje fugi por vergonha, se não tomar o caminho certo afasto-me cada vez mais de Ti.
Dá-me força Senhor para vencer o pecado. Para não tornar a pecar. Dá-me alento. Peço-Te coragem para enfrentar todas as barreiras que me afastam de Ti.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Acolhimento de Jesus

No evangelho de hoje São Mateus revela-nos uma das mais célebres e mais bonitas frases que Jesus proferiu: «Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei.» O Senhor convida-me a ir ao encontro Dele. Mesmo gasto, abatido, sem força, com medos, afligido, triste...o Senhor acolhe-me e alivia a minha dor. Só Nele está o verdadeiro amor e a paz que necessito. Jesus, na sua passagem pela terra também sentiu na pele o cansaço, a fadiga, as dores do corpo e da alma e por isso nos compreende tão bem. 

«Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos»
O Senhor sabe do que preciso pois só Ele me conhece. Ao saber que ele alivia a minha dor já é sinal de força. É tão bom saber que apesar de todas as dificuldades, embaraços, barreiras que a vida me imponha Ele vai estar sempre lá. Sempre pronto a acolher-me e a recolher-me. 
Obrigado Senhor pelo teu acolhimento. Obrigado pelo teu útil convite. Obrigado por em Ti encontrar o verdadeiro amor. Obrigado Senhor porque me recolhes mesmo quando as forças me falham. Jesus Cristo apoiado por Ti, e em Ti, quero ajudar e levar alívio a tantos irmãos e irmãs, que sofrem muito mais do que eu. Dá-me a força de ser um verdadeiro discípulo e arauto da Tua palavra. 


Deixo aqui um cântico que me surgiu ao ler e ao meditar na liturgia desta Quinta-Feira da Semana XV do Tempo Comum:
"O Senhor é a minha força, ao Senhor o meu canto. Ele é nosso Salvador, Nele eu confio e nada temo, nele eu confio e nada temo."

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

A Vida complicada dos Sacerdotes

Hoje decidi escrever sobre os homens que deixaram tudo para seguir e anunciar Jesus. Como acontece um pouco por todas as paróquias do nosso país a imagem dos padres é sempre alvo das "conversas de café".  Há paróquias em Portugal que têm dez mil ou mais fieis e um só padre. É certo que todos opinam sobre o prior, que é mais discutido que um réu apresentado num tribunal jurídico. É o alvo preferencial de todos os olhares, de todas as opiniões e juízos de valor. É a "mira" de todos os caprichos e imaginações mais impensáveis. Tradicionalmente dizemos que "gostos não se discutem" porém o padre é o alvo de todos os gostos.
Os paroquianos nunca estão contentes com as decisões ou medidas  levadas a cabo pelo pároco. Até porque se o sacerdote é muito dedicado á oração é porque não tem mais nada para fazer. Se tem peso a mais é um comilão e tem uma "vida de lorde". Se é magro, nem serve para comer. Se há paróquia chega um pastor já com alguma idade já se encontra muito ultrapassado, é muito antiquado e já não cativa ninguém. Mas se é um ordenado á poucos anos é muito jovem, ainda tem muito para aprender e não tem capacidades para "dirigir" a paróquia.
Por outro lado, se o padre é um homem alegre, divertido ou brincalhão só quer dar nas vistas e que as pessoas reparem nele. Se é simpático para as pessoas que se abeiram dele não irá muito longe e só quer cativar as pessoas para gostarem dele. Se é antipático ou está num dia menos positivo, o Pároco já é um antipático, repugnante ou até mesmo detestável.
Ao avaliar por conversas que vou ouvindo, em relação à vida social dos nossos padres é fácil chegar a algumas conclusões: Se fuma, é um viciado que estoira o dinheiro todo no tabaco. Em contrapartida, se não fuma, nem homem, "homem que é homem" fuma...Se canta mal é o alvo das piadas feitas pelos frequentadores e não da Igreja. Se Deus o abençoou com o dom da voz, já é um vaidoso que só quer chamar á atenção e que se quer mostrar que sabe cantar.
O prior é um homem calmo, tranquilo, pacato tem pouca vida, não tem "nervo" necessário. Se ajuda os mais desfavorecidos, se é generoso é um esbanjado. Ainda com os pobres os comentários sucedem-se: se está com os pobres queixam-se os ricos; se está com os ricos, queixam-se os pobres que se sentem à margem. Se lida e trabalha mais com os homens, despreza as mulheres ou, nos tempos que correm é homossexual. Se em contrapartida trata mais com mulheres já anda "atrás delas" o que levanta falsos testemunhos e é objecto de maledicência. É um sacerdote dedicado ás crianças os mais velhos não gostam e questinionam-se. Dá mais atenção aos mais frágeis nem ligas ás crianças nem tenta cativar os jovens para a vida em Igreja.
Se é muito activo é um precipitado e tem falta de experiência. Se não sai à rua não convive com os paroquianos e dá atenção só aos que "andam debaixo das saias dele". Se acontece ao contrário nunca está na Igreja nem num local onde se possa falar com ele.
Se o sacerdote assiste a um jogo de futebol é um grande escândalo. Devia estar na Igreja junto dos paroquianos, não a gastar dinheiro a torcer por um clube. Não pratica qualquer tipo de desporto é um antiquado e não participa em nada que não seja ligado à missa.
 Afinal quem compreende os paroquianos? Qual é o prior que nos satisfaz? Infelizmente nenhum... Não somos capazes de ajudar estes grandes Homens. Os sacerdotes dão a sua vida por nós. Vivem uma entrega total á comunidade que têm a seu cargo. E qual é a nossa recompensa? Criticar e dizer mal de todos os padres? Porque não estamos ao lado deles? Porque não caminhamos todos no mesmo sentido?
Os nossos padres sofrem tanto por nossa causa...Será por isso que existe tão poucos seminaristas?
Senhor, nós somos tão fracos, nunca estamos contentes com o nosso pastor, não sabemos apoiar o homem que colocaste junto de nós para nos guiar. Somos tão mal agradecidos. Quando existem tantas comunidades com falta de padres e tão sedente do Deus Vivo.
Deixemos as "mesquinhez" de fora e apoiemos os nosso PADRES. Estes homens que disseram sim a Jesus e querem trabalhar na sua Vinha. Obrigado a todos os que deixaram as suas vidas para anunciarem Jesus.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Participativo, mas não Crente

Como cristão que sou devia ter a noção do pecado. Mas, infelizmente, não consigo passar um dia sem pecar. Devia ter a capacidade de ser humilde e de me arrepender verdadeiramente. O meu verdadeiro rosto de Discípulo do Senhor é muitas vezes escondido pelo pecado. Purifica, Senhor, os  meus lábios e o meu coração para que eu consiga anunciar a tua Palavra ao teu  povo cristão que a escuta. Não permitas, Senhor, que eu ouça a tua Palavra sem a viver, que a conheça sem a querer. Posso iludir-me de estar unido a Deus porque cumpro os actos habituais do culto (Eucaristia e orações comunitárias) , mas apenas com uma participação que não envolve o meu coração coração e a minha mente. Simplesmente vou por ir, para aparecer. Por vezes questiono-me porque sou tão participativo mas tão pouco crente. Tenho a certeza que creio em Ti, meu Senhor, mas porque te rezo pouco? Porque digo mal dos outros? O porquê de tanto ciúme e inveja que só me afasta e destrói os outros que são meu irmãos? Senhor, como posso eu comungar dignamente o teu corpo se sou tão pecador? Como posso pedir-te que venhas ao meu coração nesta tua chegada se nele só reina a insegurança, a maldade, a inveja?Sinto que ao  vezes dizer-me cristão que só para deitar areia nos olhos dos outros, mas sei que Deus não aceita este meu  jogo farisaico.
Senhor, quero aproveitar este momento para te pedir perdão por todas as vezes que não sou verdadeiramente teu discípulos e por todas as vezes que tento iludir que sou um verdadeiro discípulo quando na verdade sou um cristão de palavras (para os outros) e não de actos. Perdão, Senhor.
Hoje coloco-me diante de ti só para te pedir perdão meu Senhor. Tu nunca me falhas, estás sempre a meu lado, não me deixas vacilar, mas não recebes nada de mim. Só o pecado. Para ti só tenho o pecado. Perdoa-me Senhor. Perdoa-me por ser tão pecador e não o admitir. Tentar esconder a mim próprio quão pecador sou. Ajuda-me a admitir a verdadeira «culpa do pecado». Peço-Te que me ajudes a ter força para te rezar mais Senhor. Afasta de mim todos os pensamentos pecaminosos. Eu peço-Te que me ajudes a crescer como cristão e que me faças descobrir a verdadeira pessoa que sou.
Perdão, Senhor, Perdão.
Obrigado Senhor. 


Deixo um video para pedir novamente perdão ao Senhor por este dia e por todos os outros em que peco contra ele, contra a Igreja e contra os outros irmãos, e não dou seguimento ao conselho que o Senhor nos deixou no Evangelho: «Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros; que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei. Por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros.» Jo 13, 31. É por não saber amar   os outros como verdadeiros irmãos que não sou um teu verdadeiro seguidor Senhor. Perdoa-me ó Cristo. 

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Um dia difícil (o primeiro desabafo)

Bem, vou estrear o meu blogue no que diz respeito a desabafos. Hoje, mais precisamente desde o fim da tarde me sinto um pouco em baixo. Estou a sentir-me triste e a pensar em coisas que me causam ainda mais tristeza. Nos meus erros, na minha forma de ser e de agir com os outros, as coisas que digo, ou ainda pior, as que não digo. Afirmo que estou zangado comigo mesmo. Não gosto de ser assim, nem de me sentir assim, porque adoro sorrir. Bem, espero que seja só um estado passageiro e que amanhã quando acordar já me sinta melhor. E, espero "arrumar todos os macaquinhos no sótão". Certo que estes momentos também são importantes na minha vida, mas por vezes é difícil continuar a caminhar. Mas, felizmente, temos uma certeza que nos "alimenta" o ego, Jesus Cristo nunca me abandona, principalmente nos momentos difíceis. Eu é que posso não o ver, ou por vezes  não o sentir, porque não escuto o meu interior. A nossa vida não tinha valor sem Jesus nem sem a sua Igreja.

Como eu sei que Nosso Senhor nunca nos falha e está sempre connosco, sei que nem necessito de clamar muito alto. Senhor agradeço-te por estes momentos da minha vida, pois assim sinto-me a crescer a cada dia ao superar cada obstáculo da minha vida, com a certeza que tu está sempre ao meu lado.

Obrigado Senhor.