sábado, 20 de novembro de 2010

Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo

A Igreja celebra hoje a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo. A festa de Cristo Rei marca o fim do Ano Litúrgico. A Palavra de Deus deste Domingo convida-nos a tomar consciência da realeza de Jesus. Deixa claro, no entanto, que essa realeza não pode ser entendida à maneira dos reis deste mundo: é uma realeza que se exerce no amor, no serviço, no perdão, no dom da vida.


Primeira Leitura
 2 Sam 5, 1-3
Segunda Leitura
Col 1, 12-20 
Evangelho
Lucas 23, 35-43
Naquele tempo, os chefes dos judeus zombavam de Jesus, dizendo: «Salvou os outros: salve-Se a Si mesmo, se é o Messias de Deus, o Eleito». Também os soldados troçavam d’Ele; aproximando-se para Lhe oferecerem vinagre, diziam: «Se és o Rei dos judeus, salva-Te a Ti mesmo». Por cima d’Ele havia um letreiro: «Este é o Rei dos judeus». Entretanto, um dos malfeitores que tinham sido crucificados insultava-O, dizendo: «Não és Tu o Messias? Salva-Te a Ti mesmo e a nós também». Mas o outro, tomando a palavra, repreendeu-o: «Não temes a Deus, tu que sofres o mesmo suplício? Quanto a nós, fez-se justiça, pois recebemos o castigo das nossas más acções. Mas Ele nada praticou de condenável». E acrescentou: «Jesus, lembra-Te de Mim, quando vieres com a tua realeza». Jesus respondeu-lhe: «Em verdade te digo: Hoje estarás comigo no Paraíso».

Ao terminar o Ano Litúrgico com a solenidade do Cristo Rei a Igreja pretende terminar em festa e com a exaltação e glória de Jesus Cristo. Celebrar a Festa de Cristo Rei do Universo não é celebrar um Deus forte, dominador que Se impõe aos homens do alto da sua omnipotência e que os assusta com gestos espectaculares; mas é celebrar um Deus que serve, que acolhe e que reina nos corações com a força desarmada do amor.
E com o evangelho deste dia, podemos ver que a "realeza" de Jesus foi reconhecida pelo bom ladrão no meio dos sofrimentos da Cruz. E ao prometer ao bom ladrão que ainda naquele dia ele estaria no reino de Deus, também é uma mensagem para nós. O Senhor Jesus Cristo que é rei do Universo também tem um local preparado para nós no paraíso. O Reino que o Senhor promete é um reino de amor e  de perdão. O seu trono é a cruz, expressão máxima de uma vida feita amor e entrega. É neste sentido que o Evangelho de hoje nos convida a entender a realeza de Jesus.


Oração:
Senhor, neste dia em que celebramos a tua "realeza" e a tua "exaltação" através da promessa feita ao bom ladrão que estava ao teu lado na Cruz, eu te peço que me ajudes a despojar de todas honras, glórias,títulos ou aplausos. Senhor, quero ser "pequenino", não quero ser superior aos outros. Perdoa-me por todas as vezes que tenho a mania da grandeza, pelas vezes que faço para dar nas vistas, da inveja e ciúme que tenho dos outros meus irmãos em Cristo e das rivalidades e atritos que possa provocar esta minha forma de ser. Senhor, eu quero ser simples como Tu. Apesar de seres o Rei do Universo e de seres o Filho de Deus deixaste que te humilhassem e te ultrajassem por nós. Recusaste todos os títulos e todas as formas de dar nas "vistas". Senhor ajuda-me a ser como Tu.


Como infelizmente não consegui encontrar um video com o Salmo Responsorial deste dia, deixo o link do Secretariado Nacional de Liturgia, onde se encontra em audio o Salmo do Dia. 


Salmo Responsorial: Que alegria quando me disseram vamos para a casa do Senhor





Novas buscas, de Octávio Carmo

Multiplicam-se por estes dias iniciativas em busca de novos públicos e buscas pessoais pelo diferente, o que sai da rotina, tantas vezes sufocante, de um ano de trabalho ou estudo.
Mesmo dentro da Igreja, há uma preocupação de chegar a locais onde não se chega habitualmente, através dos mais jovens, promovendo acções de voluntariado e de missionação.
Seja pela existência, efectiva, de maior disponibilidade, seja pelo facto de haver rotinas que não se podem manter pelos mais diversos motivos, o tempo de maior calor convida, em Portugal, a novas buscas.
Em primeiro lugar, seria justo que fosse uma busca de si próprio, da identidade atropelada pela altíssima velocidade a que se desenrolam os dias, debaixo do bombardeamento de obrigações, preocupações, projectos e necessidades que nem sempre são fáceis de cumprir ou satisfazer.
O actual estado da sociedade, martirizada pela crise económica, deve levar ainda a um questionamento sobre a perda de uma certa identidade social em que existia maior preocupação pela precariedade alheia e se multiplicavam respostas mais ou menos espontâneas, sem esperar pela iniciativa “salvadora” do Estado.
Essa busca pessoal e comunitária precisa, como têm afirmado vários responsáveis da Igreja Católica, de valores que a guiem e enquadrem, para que as respostas façam sentido e o caminho seja identificável e, acima de tudo, percorrível.
Nesse sentido, é lógico pensar que novas buscas precisam de novas propostas, de nova linguagem, de compromisso em campos até agora inexplorados ou julgados indignos por quem tem a responsabilidade, em função da sua fé católica, de atender a qualquer drama que atinja um ser humano que esteja perto de si.
A massa com que este novo mundo se pode construir é, necessariamente, muito moldada pelo que for incutido nas novas gerações e por isso será interessante acompanhar de perto o que se vai fazer este Verão, um pouco por todo o país, com destaque para a peregrinação da Cruz da Jornada Mundial da Juventude.
Propostas repetitivas, estereotipadas, decalcadas do passado não mobilizam nem atraem quem vive em novas buscas, sem compreender muitas vezes o sentido daquilo que vive nem vislumbrar os sonhos do que verdadeiramente gostaria de viver. Um desafio destes merece um compromisso à altura, por parte de todos.
                                                                               Octávio Carmo, 2010-07-27 
                                                                               In Agência Ecclesia


Deparei-me com este texto magnifico quando andava pelo site da Ângencia Eclesia. Realmente deixa muito que pensar.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Sexta-Feira XXXIII do Tempo Comum

Hoje é Sexta-Feira dia 19 de Novembro da semana XXXIII do Tempo Comum. O evangelho de hoje fala-nos do amor que Jesus sentia pela casa de Deus. Jesus afirma o que nós sabemos, a sua casa é um local de oração a Deus. Mas, hoje como à dois mil anos, a sua casa é profanada, é desrespeitada por muitos daqueles que a frequentam. A sua Casa, a igreja, devia ser sempre um local de oração perante "Jesus Escondido" no sacrário. é um local por excelência dedicado à oração do povo de Deus. Actualmente como no tempo de Jesus Cristo, «as coisas santas podem não servir para fins tão santos».
Aproveitando esta mensagem transmitida em São Lucas, peçamos perdão ao Senhor por todos os que não sabem permanecer na Casa de Deus, a morada do Altíssimo.  O templo completamente puro e agora, mais do que nunca, morada de Deus, será a humanidade santíssima de Jesus ressuscitado.


evangelho do dia: 


EVANGELHO Lc 19, 45-48


Naquele tempo, Jesus entrou no templo e começou a expulsar os vendedores, dizendo-lhes: «Está escrito: ‘A minha casa é casa de oração’; e vós fizestes dela ‘um covil de ladrões’». Jesus ensinava todos os dias no templo. Os príncipes dos sacerdotes, os escribas e os chefes do povo procuravam dar Lhe a morte, mas não encontravam o modo de o fazer, porque todo o povo ficava maravilhado quando O ouvia.


Como video do dia, publico o salmo responsorial do dia: As vossas palavras Senhor, são espírito e vida.

Um novo dia

E mais um dia amanheceu e, infelizmente, já anoiteceu. Novamente a partir do meu sitio na Internet peço perdão ao Senhor pelo meu dia e por tudo o que fiz hoje que não devia ter acontecido. Partilho com todos os que tiverem oportunidade de passar pelo meu blogue esta minha oração de perdão a Cristo.
Senhor, neste dia eu te peço perdão por tudo o que realizei de mal, em tudo o que falhei, por tudo o que disse, por não ter escutado os outros, por seguir pelos caminhos mais fáceis, por não te saber escutar nem te rezar.
Meu Deus, eu te peço perdão por todo este dia. Senhor, se algum bem fiz aceita-o.
Perdão, Senhor, perdão. Eu te amo Meu Senhor.

Deixo aqui este pequeno filme, para que todos os que se encontram na mesma situação que eu possam pedir perdão a Deus.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Perdoa, Senhor o meu Dia

Perdoa,Senhor




Hoje não consigo ir dormir descansado e em paz, sem voltar ao meu blogue e pedir perdão ao Senhor pelo meu dia. Certo é que as minhas orações não se ficam por este blogue, mas aqui é o primeiro passo. Senhor, pelo-te perdão por tudo o que hoje fiz de mal, perdoa o meu rosto carrancudo, perdoa-me porque não me lembrei que não sou filho único, mas irmão de muitos. Perdão pela falta de cooperação e pela falta de caridade pelos outros.
Senhor, se algum bem fiz ao longo deste dia aceita-o.

Um dia difícil (o primeiro desabafo)

Bem, vou estrear o meu blogue no que diz respeito a desabafos. Hoje, mais precisamente desde o fim da tarde me sinto um pouco em baixo. Estou a sentir-me triste e a pensar em coisas que me causam ainda mais tristeza. Nos meus erros, na minha forma de ser e de agir com os outros, as coisas que digo, ou ainda pior, as que não digo. Afirmo que estou zangado comigo mesmo. Não gosto de ser assim, nem de me sentir assim, porque adoro sorrir. Bem, espero que seja só um estado passageiro e que amanhã quando acordar já me sinta melhor. E, espero "arrumar todos os macaquinhos no sótão". Certo que estes momentos também são importantes na minha vida, mas por vezes é difícil continuar a caminhar. Mas, felizmente, temos uma certeza que nos "alimenta" o ego, Jesus Cristo nunca me abandona, principalmente nos momentos difíceis. Eu é que posso não o ver, ou por vezes  não o sentir, porque não escuto o meu interior. A nossa vida não tinha valor sem Jesus nem sem a sua Igreja.

Como eu sei que Nosso Senhor nunca nos falha e está sempre connosco, sei que nem necessito de clamar muito alto. Senhor agradeço-te por estes momentos da minha vida, pois assim sinto-me a crescer a cada dia ao superar cada obstáculo da minha vida, com a certeza que tu está sempre ao meu lado.

Obrigado Senhor.

Oração do Dia

Hoje é dia 18 de Novembro de 2010. É Quinta-Feira, dia em que dirigimos a nossa oração para a beleza do Sacerdócio e da Eucaristia, dois mistérios importantes na nossa Igreja. «A figura e a missão dos padres e bispos só será bem compreendida, se for situada no quadro mais vasto da edificação da Igreja de Jesus, da co-responsabilidade de todos os cristãos e da variedade dos dons e ministérios na Igreja.
Neste sentido, S. Paulo compara a Igreja a um corpo com muitos membros. Nem todos desempenham a mesma função. Mas todos são indispensáveis e contribuem para o bem do todo, isto é, da comunidade. “Temos dons diferentes conforme a graça que nos foi concedida. Aquele que tem o dom da profecia, exerça-o conforme a fé. Aquele que é chamado ao ministério, dedique-se ao ministério. Se tem o dom de ensinar que ensine; o dom de exortar, que exorte; aquele que distribui esmolas, faça-o com simplicidade; aquele que preside, presida com zelo; aquele que exerce a misericórdia, faça-o com afabilidade” (Rom 12, 6-8; cf. 1 Cor 12, 4-11; 27-28). Todos estes dons são obra de um só e mesmo Espírito para a edificação da Igreja», Como nos diz D. António Marto vice-presidente da Comissão Episcopal.
A Eucaristia é assim, para os fiéis católicos, expressão e alimento da fé, memorial de Cristo vivo e acto de louvor a Deus, fonte de vida segundo Deus e de testemunho do seu amor no mundo (cf. Bento XVI, Sacramento da Caridade).

Vou aproveitar este dia para rezar pelos nossos sacerdotes que têm uma missão tão difícil. Vou pedir ao Senhor da Messe que nos envie novos operários para a sua seara.
Senhor, eu te peço pelos nossos sacerdotes, ajuda-os na missão pastoral. Ajuda-os em tudo o que eles necessitarem, a estarem mais perto das comunidades.
Senhor, agradeço-te pelo dom do sacerdócio. E por todos os sacerdotes. Por todos os anunciadores da palavra


Obrigado Senhor. 

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Quarta-Feira da semana XXXIII do Tempo Comum - Memória de Santa Isabel da Hungria

Lc 19, 11-28

Naquele tempo,
disse Jesus uma parábola, porque estava perto de Jerusalém
e eles pensavam que o reino de Deus
ia manifestar-se imediatamente.
Então Jesus disse:
«Um homem nobre foi para uma região distante,
a fim de ser coroado rei e depois voltar.
Antes, porém, chamou dez dos seus servos
e entregou-lhes dez minas, dizendo:
‘Fazei-as render até que eu volte’.
Ora os seus concidadãos detestavam-no
e mandaram uma delegação atrás dele para dizer:
‘Não queremos que ele reine sobre nós’.
Quando voltou, investido do poder real,
mandou chamar à sua presença
os servos a quem entregara o dinheiro,
para saber o que cada um tinha lucrado.
Apresentou-se o primeiro e disse:
‘Senhor, a tua mina rendeu dez minas’.
Ele respondeu-lhe:
‘Muito bem, servo bom!
Porque foste fiel no pouco,
receberás o governo de dez cidades’.
Veio o segundo e disse-lhe:
‘Senhor, a tua mina rendeu cinco minas’.
A este respondeu igualmente:
‘Tu também, ficarás à frente de cinco cidades’.
Depois veio o outro e disse-lhe:
‘Senhor, aqui está a tua mina, que eu guardei num lenço,
pois tive medo de ti, que és homem severo:
levantas o que não depositaste e colhes o que não semeaste’.
Disse-lhe o senhor:
‘Servo mau, pela tua boca te julgo.
Sabias que sou homem severo,
que levanto o que não depositei e colho o que não semeei.
Então, porque não entregaste ao banco o meu dinheiro?
No meu regresso tê-lo-ia recuperado com juros’.
Depois disse aos presentes:
‘Tirai-lhe a mina e dai-a ao que tem dez’.
Eles responderam-lhe:
‘Senhor, ele já tem dez minas!’.
O rei respondeu:
‘Eu vos digo:
A todo aquele que tem se dará mais,
mas àquele que não tem, até o que tem lhe será tirado.
Quanto a esses meus inimigos, que não me quiseram como rei,
trazei-os aqui e degolai-os na minha presença’».
Dito isto, Jesus seguiu, à frente do povo, para Jerusalém.

O Evangelho desta Quarta-Feira da semana XXXIII do Tempo Comum, dia 17 de Novembro, em que a Igreja celebra a Memória de Santa Isabel da Hungria. 


Isabel era filha de André II, rei da Hungria, e nasceu no ano 1207. Ainda muito jovem foi dada em matrimónio a Luís IV, landgrave da Turíngia, e teve três filhos. Dedicou se a uma vida de intensa meditação das realidades celestes e de caridade para com o próximo. Depois da morte de seu marido, renunciou aos seus títulos e bens e construiu um hospital onde ela mesma servia os enfermos. Morreu em Marburgo no ano 1231.


Oração a Santa Isabel da Hungria:
Senhor, que destes a Santa Isabel da Hungria o dom de conhecer e venerar a Cristo nos pobres, concedei nos, por sua intercessão, a graça de servirmos com caridade sem limites os pobres e os atribulados. Por Nosso Senhor.





A Primeira Oração

Senhor, eu te peço que me ajudes nesta nova missão.
Senhor,  a partir deste meio ajuda-me a chegar aos outros para te dar a conhecer.
Senhor, a minha alma tem sede de Ti, sacia este sede.

Senhor, estou aqui para te servir.
Senhor, aumente fortemente a minha fé e o meu amor por ti.
Senhor, entrego-te o meu blogue e todos os leitores.

Senhor, ensina-me a amar-te como tu mereces.
Senhor, através deste meio eu quero rezar-te.
Senhor, obrigado por me teres feito cristão.

Obrigado Senhor.

O início

Penso que este é o momento para me iniciar num blogue. Este meu blogue, que hoje começa tem como objectivo principal dar a conhecer aos leitores um pouco do meu dia-a-dia como jovem cristão. Também vou partilhar com todos aqueles que tiverem oportunidade de passar por aqui as minhas angustias, os meus medos e principalmente a minha descoberta de Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo.
Espero que a partir deste blogue consiga exprimir o que sinto e dar-me a conhecer aos outros.
Alguns devem perguntar-se o porquê do titulo «Sede de Deus», mas a resposta é muito simples. A cada dia que a minha vida avança eu sinto "sede" de Deus, porque rezo pouco, porque me encontro pouco com nosso Senhor, porque  ainda não consigo viver segundo a vontade Dele.Mas, quero continuar uma busca exaustiva a Jesus.


R.C.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Salmo 26 (27)- Confiança no Perigo

O Senhor é minha luz e salvação: *
a quem hei-de temer?
O Senhor é protector da minha vida: *
de quem hei-de ter medo?

Quando os malvados me assaltaram, *
para devorar a minha carne,
foram eles, meus inimigos e adversários, *
que vacilaram e caíram.

 Se um exército me vier cercar, *
o meu coração não temerá.
Se contra mim travarem batalha, *
mesmo assim terei confiança.

Uma coisa peço ao Senhor, por ela anseio: *
habitar na casa do Senhor todos os dias da minha vida,
para gozar da suavidade do Senhor *
e visitar o seu santuário.

No dia da desgraça, *
Ele me esconderá na sua tenda,
ocultar-me-á no recôndito do seu santuário, *
elevar-me-á sobre um rochedo.

Agora minha cabeça se levanta *
acima dos inimigos que me rodeiam.
Oferecerei no santuário sacrifícios de louvor, *
com cânticos e salmos ao Senhor.



Este é um dos Salmos que hoje rezamos nas vésperas. Eis a morada de Deus com os homens (Ap 21, 3).