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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

11 de Fevereiro: Um dia para a história

Um dia como tantos outros, mas mal ou bem, tem alguns pontos importantes que hoje me fizeram pensar. O dia 11 de Fevereiro é dedicado à memória de Nossa Senhora de Lurdes. Em 1858 a Virgem Santa Maria apareceu a Bernardette numa gruta perto de Lourdes em França. Por intermédio desta humilde menina, Maria chamou os pecadores à conversão e despertou na Igreja um intenso movimento de oração e caridade, sobretudo em benefício dos doentes e dos pobres. Actualmente está construído um imponente Santuário que é visitado por milhares de cristãos. Também este dia é dedicado mundialmente ao Doente. Instituído por João Paulo II em 1992 este dia deve ser «um momento forte de oração, de partilha, de oferta do sofrimento pelo bem da Igreja e de apelo dirigido a todos para reconhecerem na face do irmão enfermo a Santa Face de Cristo que, sofrendo, morrendo e ressuscitando, operou a salvação da humanidade» afirmava o Papa.
Já em 2007 este dia ficou marcado em Portugal pelas piores razões. Foi a partir deste dia que despenalizou o aborto. A partir deste dia já foram mortos muitos bebés, muitas vidas que os pais decidiram ceifar enquanto ainda eram geradas no ventre materno. Segundo o catecismo da Igreja Católica «A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concepção. Desde o primeiro momento de sua existência, o ser humano deve ver reconhecidos os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo ser inocente à vida». Desde 2007 que a vida não tem sido tratada como merece. As Mães não defendem os filhos que geraram e matam-nos. Devemos promover a vida, o direito á vida, cuidar do melhor dom que Deus nos deu.
Hoje voltou-se a fazer história neste dia. O Santo Padre anunciou que irá renunciar no próximo dia 28 de Fevereiro. Este anúncio significa que em Março teremos um novo Pastor Universal. O mundo recebeu este anúncio com grande admiração. Também eu não fugi à regra. A notícia da resignação de Bento XVI deixou-me boquiaberto, não estava mesmo à espera. Apelidado por muitos como o sumo pontífice da rutura, Joseph Ratzinger voltou a fazer história. Apesar do choque acho que é uma atitude que só revela a humildade, a serenidade, a intelectualidade, a sabedoria do Bispo de Roma. Sentiu que não tinha capacidades físicas para continuar a governar a Igreja Universal. Um pontificado curto mas com um legado muito importante para os cristãos. 
Um dia cheio, com coisas boas e más, mas sempre com a presença do Senhor. o dia 11 de Fevereiro já está na história. 

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Cristo Ressuscitou. Aleluia.


Cristo Ressuscitou. A Morte foi vencida. Cristo viverá para sempre. A Páscoa é tempo de ressurreição, de alegria. Jesus Cristo o Homem Novo veio para salvar a humanidade. Apesar da forte importância das celebrações do Triduo Pascal, a Vigília é a que mais de destaca. Cada uma das quatro partes que constituem a mais importante celebração da nossa vida cristã  inserem-nos na ressureição de Cristo Jesus.

A primeira parte desta Vigília intitula-se Liturgia da luz. Diante da porta da Igreja, acende-se o fogo, símbolo da vida que desponta, se expande e tudo transfigura e símbolo também da alegria fraterna, pois á volta do fogo convivem os homens.
É neste fogo que se acende o Círio Pascal, símbolo de Cristo crucificado e ressuscitado, principio e fim de todas as coisas, Salvador dos homens de todos os tempos, como indicam, respectivamente, a primeira e a ultima letra do alfabeto grego, nele gravadas.
Guiado pela luz do Círio Pascal, o povo de Deus entra na Igreja, á semelhança do Povo de Israel que avançou para a Terra da Promissão, conduzido pela coluna de fogo.
Á luz de Cristo, presente na chama do Círio, que está no centro dos ritos iniciais da vigília, se anuncia e proclama o mistério desta noite santa.
Á luz do círio Pascal, é assim evocada a história da salvação da criação e da saída do Egipto, á ressurreição de Jesus e á sua exaltação celeste. Ao longo da liturgia da palavra escutaremos 3 leituras do antigo testamento e duas do novo, a epístola e o Evangelho. E, porque Cristo «é simultaneamente o mediador e a plenitude da revelação», á Sua luz se compreendem acontecimentos e pessoas e se descobre o fio condutor da história da salvação - o amor de Deus. A descoberta deste amor de Salvação do nosso Deus leva a comunidade cristã á oração e ao canto.
Pelo Baptismo, o homem morre em Cristo, para nele ressuscitar para a vida da graça. Das águas do baptismo, como de seio maternal, nasce e se edifica o novo Povo de Deus. Por isso, o baptismo domina esta parte da Vigília. É benzida a água baptismal, como que para se significar que toda a sua eficácia deriva do Mistério Pascal. E os catecúmenos cuja preparação se concluía, outrora, com as reuniões da Quaresma, são mergulhados na Morte de Cristo, para nascerem espiritualmente. Nos países tradicionalmente cristãos, os baptismos de adultos hoje são raros. No entanto, a vigília pascal só é plenamente vivida quando a comunidade cristã apresenta, nesta noite, adultos e crianças, para se incorporem em Cristo Ressuscitado.
«A mãe de Todas as Vigílias» termina com a eucaristia.

Nela exprimimos a nossa alegria e dirigimos a nossa acção de graças pelas maravilhas realizadas nesta noite, «em que Cristo nossa Páscoa foi imolado». Nela, ao tomarmos parte do banquete da Nova aliança, se ratifica a nossa adesão a Cristo vivo e ressuscitado, que nos resgatou. Nela, faremos verdadeiramente nossa a Páscoa do Senhor.
«Cristo está vivo, Cristo ressuscitou: povos cantai aleluia! Cristo está vivo, Cristo ressuscitou:povos gritai aleluia.»
O Senhor ressuscitou verdadeiramente. Alegremo-nos porque o Salvador do Mundo fará de nós o Homem novo.