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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Um dia...

Um dia...
Um dia vou ser uma pessoa melhor.
Um dia vou ser mais forte.
Um dia não vou desistir ao primeiro obstáculo.
Um dia vou vencer o que me derruba.
Um dia vou ser mais paciente.
Um dia à luta.
Um dia... Sempre um dia e Hoje?
 Hoje dei por mim a pensar em tudo isto. Tudo na minha vida é pensado para amanhã, para um dia. Amanhã será diferente. Amanhã lutarei. Mas o amanhã passa. E eu fico na mesma. E o dia passa. E outro, e outro...E eu sempre acomodado.

Hoje tenho a certeza que está na altura de mudar. Já deveria ter sido ontem. Mas amanhã como será? Será mais um dia?
Não sei o que pensar. Esta noite sinto-me confuso. Moram na minha mente um turbilhão de ideias, um misto de sensações. Mas, infelizmente amanhã será tudo igual. Será mais um dia. Mas quero que seja diferente. Quero que seja O dia. Aquele que em que mudo alguma coisa. Em algo na minha vida seja perene e duradouro. Mas só amanhã o saberei. Até lá será mais um dia.
Mais um dia em que ando confuso.
Mais um dia em que as forças falham.
Mais um dia em que apetece deixar tudo e fugir para longe.
Será apenas mais um dia..
Mas um dia...um dia tudo mudará.

domingo, 24 de março de 2013

A semana Maior

A correr foi como passou esta Quaresma. Ainda à tão pouco tempo celebramos o nascimento e hoje já estamos a celebrar a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. Tenho que partilhar que senti que este ano o tempo quaresmal passou mesmo a voar. Não é que não sentisse o espírito a que este tempo convida, mas sinto que não vivi como devia ter vivido, não dei grande parte de mim como devia ter feito.
Como já escrevi aqui, nos últimos dia tenho sentido  verdadeiramente o Amor de Jesus. Tenho a certeza que Ele está sempre ao meu lado.  Tenho tudo para estar no caminho certo, mas agora, um erro do passado teima em perseguir-me e assaltar a menta muitas vezes ao longo do dia e da noite. Confio verdadeiramente no Senhor, que Ele vai ajuda a superar este erro, mas o receio permanece. Custa-me viver com este deslize, não me sinto bem. No coração sinto um aperto, sinto a dor. A dor do pecado. Da fragilidade. Custa-me estar a viver com isto, mas tenho a certeza que com a ajuda do Senhor irei conseguir ultrapassar mais esta barreira. 
«Humilhou-Se a Si próprio;
por isso Deus O exaltou»
Mas voltando à Quaresma, que este ano voou, sinto que a vivi de forma diferente. Não tão intensa como pensei inicialmente, mas profunda. Muito ficou para fazer, para dizer, para viver. A quaresma passou. A Semana maior chegou. Ainda tenho muito para viver, para descobrir, para conhecer e para sentir. Nesta semana não quero saber de relógios, vou tentar andar o mais livre de compromissos possível. Quero viver verdadeiramente esta Semana Santa. Participar em todas as celebrações do Tríduo. Dedicar grande parte dos meus dias à oração e a Jesus. Quero viver intensamente e com o coração a semana maior. Quero sentir no meu íntimo as celebrações dos mistérios da Salvação. Quero o meu coração aberto para a escuta daquilo que Deus me tem para dizer.
 Que nestes dias de Semana Santa viva verdadeiramente com o coração. Quero reconhecer a minha condição de pecador no lava-pés, sentir a Eucaristia como centro da minha vida, sentir que foi Mim que Ele se entregou na Cruz, sentir que Ele ressuscitou, está vivo e nunca me abandona. 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Renúncia de Bento XVI

Bento XVI
Papa de 19-04-05 a 28-02-13
Decidi que hoje iria pela primeira vez escrever sobre a renúncia do Santo Padre. Foi no passado dia 11 que Bento XVI anunciou que a partir de 28 de Fevereiro a Igreja Católica entra em "Sé vacante".  Foi com muito espanto que recebi a notícia. Não estava nada à espera que acontecesse. Claro que o espanto daquela manhã de soalheira de Segunda, rapidamente deu lugar à consciencialização e a tomada da realidade. Sim, depressa entendi o gesto  tão humilde de Joseph Ratzinger. Claro que como tudo, houve diversas opiniões, uns concordaram, outros não atenderam. Durante todo o dia,  na televisão, nos jornais, nas redes sociais este foi o tema central. Depressa surgiram os comentadores especializados (outros nem tanto) ,  padres e bispos não tiveram descanso, e, todos foram comentadores por um dia. 
Nesse mesmo dia, em conversa com um amigo ele dizia que o que o "Papa queria era protagonismo, sair pela porta grande, como não conseguiu cativar,não consegiu ser como João Paulo II,  e, assim seria sempre recordado, queria ser um marco na história da Igreja". Ouvi, meditei, fiquei calado, sem resposta. Fez-se silêncio. Apesar do silêncio entre nós, no meu interior pensava em tudo o que ele me tinha dito, e, em tudo o que foram os 8 anos de Pontificado do Papa alemão.
Em primeiro lugar, não se pode comparar dois papas. Sem dúvida que João Paulo II foi um papa carismático, lidava bem com as multidões, o papa das viagens. Eleito com 58 anos, teve um papado de 28 anos. Teve muito tempo para viajar, para se dar a conhecer ao mundo. Comunicador nato, comoveu católicos e outros. Mas não é possível uma comparação, cada pessoa é diferente. 
Quando foi eleito Ratzinger, o cardeal alemão de 78 anos, quando se apresentou na varanda do Vaticano disse: «os senhores cardeais elegeram a mim, um simples humilde trabalhador na vinha do Senhor. Consola-me o facto de que o Senhor sabe trabalhar e actuar com instrumentos insuficientes e, sobretudo, confio nas vossas orações». Foi assim, que Bento XVI se apresentou à Igreja Universal. Simples e humilde, características que sempre pudemos ver. Sábio, inteligente, teólogo por excelência, estudioso por opção, um ser humano excepcional, atento aos que sofrem, cativou jovens e e menos jovens, as multidões esperavam-no sempre. Trouxe muito á Igreja. Ensinou-nos muito. Chamou à atenção pelo carisma, pela palavra, pelo amor que demonstrava viver. Abordou todos os escândalos, esclareceu, pediu desculpa. 
Se fosse verdade o que me afirmou o meu amigo e alguns que são da mesma opinião, que Bento XVI vivia agarrado ao poder, que queria sair pela porta grande, que queria protagonismo não tinha feito um ato tão nobre, tão humilde. Se queria protagonismo não tinha deixado para o seu sucessor o encerramento do Ano da Fé, as Jornadas Mundiais da Juventude no Rio de Janeiro em que se são esperados 90 mil jovens. 
Bento XVI deixa o cadeira de São Pedro,  porque sente que chegou « à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idóneas para exercer adequadamente o ministério petrino». Parte para se recolher e rezar. Sai como entrou. «Simples trabalhador da vinha do Senhor». Um homem simples, que nunca ansiou ser o que é.




segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

11 de Fevereiro: Um dia para a história

Um dia como tantos outros, mas mal ou bem, tem alguns pontos importantes que hoje me fizeram pensar. O dia 11 de Fevereiro é dedicado à memória de Nossa Senhora de Lurdes. Em 1858 a Virgem Santa Maria apareceu a Bernardette numa gruta perto de Lourdes em França. Por intermédio desta humilde menina, Maria chamou os pecadores à conversão e despertou na Igreja um intenso movimento de oração e caridade, sobretudo em benefício dos doentes e dos pobres. Actualmente está construído um imponente Santuário que é visitado por milhares de cristãos. Também este dia é dedicado mundialmente ao Doente. Instituído por João Paulo II em 1992 este dia deve ser «um momento forte de oração, de partilha, de oferta do sofrimento pelo bem da Igreja e de apelo dirigido a todos para reconhecerem na face do irmão enfermo a Santa Face de Cristo que, sofrendo, morrendo e ressuscitando, operou a salvação da humanidade» afirmava o Papa.
Já em 2007 este dia ficou marcado em Portugal pelas piores razões. Foi a partir deste dia que despenalizou o aborto. A partir deste dia já foram mortos muitos bebés, muitas vidas que os pais decidiram ceifar enquanto ainda eram geradas no ventre materno. Segundo o catecismo da Igreja Católica «A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concepção. Desde o primeiro momento de sua existência, o ser humano deve ver reconhecidos os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo ser inocente à vida». Desde 2007 que a vida não tem sido tratada como merece. As Mães não defendem os filhos que geraram e matam-nos. Devemos promover a vida, o direito á vida, cuidar do melhor dom que Deus nos deu.
Hoje voltou-se a fazer história neste dia. O Santo Padre anunciou que irá renunciar no próximo dia 28 de Fevereiro. Este anúncio significa que em Março teremos um novo Pastor Universal. O mundo recebeu este anúncio com grande admiração. Também eu não fugi à regra. A notícia da resignação de Bento XVI deixou-me boquiaberto, não estava mesmo à espera. Apelidado por muitos como o sumo pontífice da rutura, Joseph Ratzinger voltou a fazer história. Apesar do choque acho que é uma atitude que só revela a humildade, a serenidade, a intelectualidade, a sabedoria do Bispo de Roma. Sentiu que não tinha capacidades físicas para continuar a governar a Igreja Universal. Um pontificado curto mas com um legado muito importante para os cristãos. 
Um dia cheio, com coisas boas e más, mas sempre com a presença do Senhor. o dia 11 de Fevereiro já está na história. 

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Promessas a Nosso Senhor

Esta noite enquanto andava às voltas na cama esperando que o sono aparecesse deparei-me com diversos pensamentos, um deles foi as promessas que fazemos a Nosso Senhor. Porque precisamos de dinheiro, pedimos e prometemos. Porque precisamos de conseguir um trabalho pedimos e prometemos. Porque estamos numa situação complicada, já nos lembramos Dele, e lá pedimos e prometemos.
Promessas de tudo o tipo fazem parte da nossa lista. Terços, jejuns, dinheiro, caminhadas, levar andores...Tudo. Tudo serve para fazermos um troca com Jesus. Não estou a dizer que é errado...Também já o fiz, mas para nós, os cristãos deste tempo tudo é pretexto para uma promessa. E, esquece-me-nos que Ele conhece cada um de nós, o nosso interior, sabe tudo o que precisamos.
Durante meses arrastou-se na minha vida uma situação que não estava a conseguir resolver. Os que me rodeavam diziam: "mas porque não fazes uma promessa a Nossa Senhora?". Mas porquê incomodar Nosso Senhor e Maria com promessas, quando eles têm solicitações mais importantes? No meu pensamento, corria e corre o seguinte: Não preciso de promessas, se a minha relação com Ele for baseada na oração, na conversa íntima com Jesus, Ele sabe bem o que preciso e quando deve actuar.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

«Alegrai-Vos sempre no Senhor»

«Alegrai-vos sempre no Senhor. Novamente vos digo: alegrai-vos» (Fil 4, 4). Foi com este versículo que se iniciava a 2ª Leitura do III Domingo do Advento. Quando a estava a escutar esta passagem comecei a pensar que "chapada" de luva branca que o Senhor te está a dar, que chamada de atenção que Ele te está a fazer. Mas porquê é que andas triste, preocupado, cabisbaixo, desiludido, sem vontade de viver? Tu, que acreditas, tu que vives, tu que partilhas, tu que sentes o Amor de Deus, como podes andar triste? Tu conheces o Salavdor do  Mundo, só Ele basta para andares feliz. 
Isto faz-me pensar que afinal não sou assim tão crente. A minha fé está abalada, porque se realmente acreditasse e sentisse o Senhor sentia a alegria como uma consequência da fé. Porque mesmo nos momentos mais difíceis, mesmo quando as forças falha a alegria de ser cristão nunca esmorece. Eu vejo conterrâneos meus, que nunca perdem o sorriso, vê-se na cara deles que podem estar a atravessar a pior fase da vida mas nunca perdem a alegria, pois sentem que Ele nunca os abandona. Eles transmitem a verdadeira alegria da fé ao Mundo. 
E eu? Onde está a minha alegria? Em certos momentos da vida...Prazeres passageiros, coisas mundanas, objectos fúteis, pessoas que não interessam. Aqui está a minha alegria? Sim, infelizmente admito que sim. Como me alegro em coisas que se esgotam rapidamente a minha fé sai abalada e com tudo isto esqueço-me de quem realmente importa, Jesus.
Que eu tenha força, coragem e que no meu íntimo tenha a vontade de me alegrar no Deus Menino.  

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Pecado persistente

Hoje venho até ao meu blogue para partilhar com todos vós um retalho da minha vida que me deixa envergonhado, o pecado, e o pecado repetido.  Quando comecei  escrever esta mensagem recorri ao Catecismo da Igreja Católica, nº 392 onde o pecado é definido como: "É uma ofensa a Deus, na desobediência ao seu amor. Fere a natureza do homem e atenta contra a solidariedade humana. Cristo, na sua Paixão, revela plenamente a gravidade do pecado e vence-o com a sua misericórdia."
«recebemos a redenção, o
perdão dos pecados» (Col 1,14)
Dei por mim a voltar a cometer o mesmo pecado. O mesmo hoje que ontem. O mesmo que ontem que no Sábado. Sei que o que faço é errado. Tenho a perfeita noção o fraco que sou. Deixo-me vencer pelo pecado, pelo vício, pelo prazer. Entrego-me à facilidade, ao comodismo, ao individualismo. O pecado repetido está a tornar-se um vício. Diz o catecismo da Igreja Católica no nº 398: "Os vícios, sendo contrários às virtudes, são hábitos perversos que obscurecem a consciência e inclinam ao mal. Os vícios podem estar ligados aos chamados sete pecados capitais, que são: soberba, avareza, inveja, ira, luxúria, gula e preguiça ou negligência."
Mais uma vez após cometer a falta contra Ti, Jesus Cristo, contra aos Teus Mandamentos, princípios, veio o arrependimento. O Pedido de perdão. O pedido de ajuda para a minha conversão. Mas sei que apesar de me comprometer Contigo, de Te garantir que não volto a cair na tentação, eu sei que vou voltar a cair, vou voltar a ser fraco, vou deixar-me vencer novamente pelas trevas. É  muito difícil resistir porque acabo sempre por optar pelo lado mais fácil.
Ajuda-me Senhor a não cair na tentação, a ter força e coragem para não me deixar vencer pelas trevas. Peço-Te que me perdoes, que me desculpes. Ajuda-me a deixar o pecado e principalmente aquele que persiste repetidamente. 

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Vida: Um Dom oferecido por Deus

Encíclica: o Evangelho da Vida do Papa João Paulo II:
 “Somos sustentados e fortalecidos pela confiança de quem sabe que o Evangelho da vida, como o Reino de Deus, cresce e dá frutos abundantes. Certamente é enorme a desproporção existente entre os meios numerosos e potentes, de que estão dotadas as forças propulsoras da «cultura da morte», e os meios de que dispõem os promotores de uma «cultura da vida e do amor». Mas nós sabemos que podemos confiar na ajuda de Deus, para Quem nada é impossível. Com esta certeza no coração e movido de ardente solicitude pela sorte de cada homem e mulher, repito hoje a todos aquilo que disse às famílias, empenhadas em suas difíceis tarefas por entre as ciladas que as ameaçam: é urgente uma grande oração pela vida, que atravesse o mundo inteiro. Com iniciativas extraordinárias e na oração habitual, de cada comunidade cristã, de cada grupo ou associação, de cada família e do coração de cada crente eleve-se uma súplica veemente a Deus, Criador e amante da vida. O próprio Jesus nos mostrou com o seu exemplo que a oração e o jejum são as armas principais e mais eficazes contra as forças do mal, e ensinou aos seus discípulos que alguns demónios só desse modo se expulsam. Então, encontremos novamente a humildade e a coragem de orar e jejuar, para conseguir que a força que vem do Alto faça ruir os muros de enganos e mentiras que escondem, aos olhos de muitos dos nossos irmãos e irmãs, a natureza perversa de comportamentos e de leis contrárias à vida, e abra os seus corações a propósitos e desígnios inspirados na civilização da vida e do amor.”  (nº100)


Hoje decidi reflectir sobre o dom da vida e parti para este texto com base na Encíclica: "Evangelho da Vida", de João Paulo II. Jesus revela-nos simultaneamente quem é Deus, quem somos para Ele e qual é o Seu projecto. A separação entre Deus e o homem é superada com a encarnação de Jesus. A partir da encarnação entendemos como desprezar o ser humano é desprezar a Deus, pois Ele assumiu a nossa humanidade. Foi concebido no seio de Maria, nasceu e deu-se a conhecer como Menino.
Assim nos revelou o valor extraordinário de cada vida humana, desde a concepção, e nos mostrou o valor de cada criança, o valor de cada ser humano, por mais pequeno e indefeso que seja.
Senhor da Vida, Deus Providente e Todo-Poderoso: desde toda a eternidade quisestes o ser e a vida de cada um de nós e enviaste o Vosso Filho ao mundo a fim de que tenhamos a Vida e a tenhamos em abundância. Dai-nos o Vosso Espírito Vivificante para que, sempre, em qualquer circunstância e sem excepção alguma, amemos, respeitemos, protejamos, promovamos e cuidemos da vida, dignidade, direitos e integridade de cada ser humano - desejado ou imprevisto, são ou enfermo, escorreito ou deficiente - desde o momento da sua concepção até à morte natural, e, indo, assim, ao Vosso encontro, alcancemos a felicidade eterna.  Estendei a Vossa Mão Poderosa para abençoar todas as grávidas em dificuldades e os seus filhos, a todos protegei do mal.
Maria Santíssima, obrigado pelo Dom da Vida que destes ao teu Filho Jesus. Foste graças ao teu "sim", graças à tua disponibilidade que nasceu o Salvador. Santa Maria, eu te agradeço pelo Dom da vida que me concedes e por estares sempre ao meu lado. Maria, neste dia eu te louvo e te agradeço:
Maria, Mãe de Jesus Cristo e nossa Mãe,
Neste dia eu quero louvar-Te,
Quero agradecer-Te por me acolheres no Teu seio maternal.
Maria, autora da vida,
Mãe do criador,
ajuda-me a conservar a minha Vida, 
ajuda-me a nunca desistir dela.
Maria, primeiro sacrário de Jesus,
vela por todas as mulheres grávidas,
para que transmitam amor, carinho e alegria
ao novos seres que delas vão nascer.
Maria, dissolve todas as mulheres que pensam em abortar,
ajuda-as a não caírem na tentação de matar um ser vivo. 
Que não tenham a coragem de se "desfazerem" dos novos seres.
Maria, que todos os cristãos sintam o verdadeiro Dom da Vida,
que saibam agradecer a Deus Pai o verdadeiro dom que receberam.